sábado, setembro 19, 2009

Mateus Solano é um balconista no primeiro filme estrelado por ele




Veja Mateus Solano, que interpreta os gêmeos Miguel e Jorge, em "Viver a vida", como Mateus, seu primeiro protagonista no cinema. O filme se chama "Vida de balconista", de Cavi Borges e Pedro Monteiro, e acaba de ser selecionado para o Festival do Rio. Na da filmagem, Mateus não era conhecido do público de TV, porque a série 'Maysa', que o lançou, ainda não tinha ido ao ar.

No longa, o personagem do ator trabalha numa locadora de vídeo na Cobal de Botafogo. O seu grande sonho é ser diretor de cinema, como Quentin Tarantino, que também começou como balconista.


Com duração de 70 minutos, "Vida de balconista" foi rodado numa noite só.

- Foram 12 horas direto numa noite quente, em novembro, do ano passado. A Cavídeo (a tal locadora, que existe de verdade) se transformou num verdadeiro palco e contamos com uma boa galera de atores fazendo clientes hilários – diz Cavi Borges, referindo-se ao "cliente falso cinéfilo”, ao “cliente carente”, “cliente que só curte lançamento, seja qual for o gênero", que aparecem no filme.





O longa será exibido pela primeira vez no dia 3 de outubro (sábado), no Odeon, na sessão da meia noite.


Fonte : Patrícia Kogut

quinta-feira, setembro 17, 2009

Gabriel Delfino é dublê de Mateus Solano em 'Viver a vida'



O nome dele aparece nos créditos de “Viver a vida”, mas o público jamais verá seu rosto. Trata-se de Gabriel Delfino, o dublê de corpo de Mateus Solano. Com longa carreira no teatro, o ator carioca foi recrutado para o papel por causa da semelhança física com o protagonista.

— Já tinha feito meu cadastro na Globo, mas nunca havia sido chamado. Aí me ligaram perguntando se eu poderia ir ao Projac para um teste — lembra ele.

Delfino nunca havia feito um trabalho semelhante ao que vem desempenhando. E diz que não é nada fácil.

— Enquanto faço um dos irmãos, preciso observar Mateus Solano em cena para depois repetir exatamente o que ele fez, sem perder a espontaneidade — explica o ator, assegurando que não se sente menor por não ter seu rosto focalizado em cena: — Cumpro a mesma função de um ator, com a condição de que meu trabalho só fica visível para os que contracenam comigo e para a equipe técnica. Mas tenho vontade, sim, de ter minha cara na TV.


Fonte : Extra